quarta-feira, 2 de junho de 2010

...And I can't say "I love you"

O papel está em branco, esperando uma pronunciação. Linhas soltas tentam ordenar-se num texto, esforços em vão. Os verbos se exaltam, as preposições vão embora, os artigos dormem. Em revolta, tudo se dispersa, deixam tudo mais desorganizado ignoram a gramática. Fogem do ritmo contínuo, querem ousar, querem se arriscar. Sair do padrão, fazer a diferença, não ter sentido algum.
Sentir a emoção que envolve a escrita... Mostrar exatamente como ganham vida na mão dos poetas.
Podem vir os descrentes, podem vir os céticos; Estou armada com minhas palavras desconexas, e estou pronta para qualquer batalha e toda a guerra.
Isso fez algum sentido?

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